Módulo 8 – Desenho gráfico I

Criação de um logótipo 3D animado e sonorizado

Neste trabalho utilizei o Ilustrator para seleccionar os vectores que me interessavam para a criação do logótipo “m&m’s”. Depois o programa que me possibilitou dar movimento ao logótipo foi o cinema 4d Exportei o ficheiro do cinema 4d para conseguir juntar um som no video utilizei o Adobe Premier.

A música que escolhi foi Porcelain – Moby.

Este trabalho tinha como objectivo associar movimento, som e formas no video, criado por cada pessoa.


 

 

Narrativa e Narratividade

Narrativa: A narrativa literária costuma se apresentar em forma de prosa, mas pode ser também em verso.Se tivermos de definir o texto narrativo é um processo de exteriorização, uma atitude objectiva e baseada na sucessividade.
No século XX, a partir do estruturalismo, surge uma espécie de teoria semiótica da narrativa que propõe-se estudar a narratividade em geral como por exemplo:

  • Romances;

  • Contos;

  • Espectáculos;

  • Filmes;

  • Canções.

Estrutura da Narrativa: A presença da acção é o primeiro elemento do texto narrativo, porque este é conjunto de acontecimentos que surgem num determinado tempo e espaço.A acção da narrativa é constituída por três acções: Intriga, Acção principal e Acção secundária.

  1. Intriga: É a acção de um conjunto de acontecimentos que sucedem, através de  um princípio de casualidade, com vista a um desenlace. A intriga é uma acção fechada;
  2. Acção principal: É um conjunto de sequências narrativas que dão maior importância ao relevo;
  3. Acção secundária: Define-se a uma relação que é a principal, que depende, algumas vezes e também relata acontecimentos de menor relevo.

A narração consiste em arranjar uma sequência de factos na qual os personagens se movimentam num determinado espaço à medida que o tempo passa.

O texto narrativo é baseado na acção que envolve:

  • personagens;

  • tempo;

  • espaço ;

  • conflito.

A acção é constituída por um número variável de sequências,  que podem ser apresentadas no seguinte modo:

  • Encadeamento: por ordem cronológica, uma sequência;
  • Encaixe: nesta é introduzida numa outra acção que estava a ser narrada e depois é retomada;
  • Alternância: nesta há várias histórias ou sequências em que são narradas alternadamente;

A acção pode-se dividir em:

  • Apresentação – é neste momento do texto em que o narrador apresenta as personagens, o cenário, etc;
  • Desenvolvimento – é neste momento em que ocorrem conflitos, isto é, quando depois da apresentação dos personagens, alguma oposição entre dois personagens, por exemplo.
  • Clímax – neste há um momento de maior intensidade dramática da narrativa, é neste em que o conflito feito no desenvolvimento se resolve, por exemplo.
  • Desfecho – é neste momento que a narrativa tem um final.

Relevo das personagens:

  • Protagonista / personagem principal;

  • Antagonista / vilão;

  • Personagens secundária;

  • Figurante.

Narratividade: A Narratividade é o estudo das narrativas de ficção e não por meio de suas estruturas e elementos. É um campo de estudos particularmente útil para o dramaturgo e o roteiro de audiovisual (cinema e TV). A narratividade conduz a narrativa a uma integração histórico-social. Esta tem uma relação directa com o receptor pois nele realiza-se o fenómeno estético da arte em geral. A narratividade ocupa uma posição funcional na narrativa, assim sendo o processo pela qual o receptor constrói a história a partir da matéria narrativa que fornecida pelo meio narrativo.

Estrutura de um filme

A estrutura explica como é o desenrolar do filme, isto é, qualquer história tem um:

  • Começo: onde normalmente são apresentadas as personagens e o moral do filme se começa a formar;

Planos

O plano inicia-se sempre que a câmara é ligada para a captação de imagens e termina quando ela é desligada. No processo de montagem, algumas partes do início e do final de cada plano rodado são eliminadas, sendo determinada a sua duração definitiva.

As características dos planos:

  1. quanto à distância entre a câmara e o objecto filmado;
  2. quanto à duração;
  3. quanto ao ângulo;
  4. quanto ao movimento.

No filme finalizado, o plano não será só mais um trecho inteiro de filme rodado, mas sim, apenas o trecho seleccionado pelo montador, eventualmente modificado pelo processo de pós-produção.

O plano é então percebido como um trecho de filme situado entre dois cortes.

Existe cinco tipos de planos:

  • plano médio: mostra um ambiente, como por exemplo, uma cozinha, uma sala.

  • plano americano: mostra uma pessoa do joelho à cabeça.

  • primeiro plano: mostra uma pessoa do tronco à cabeça.

  • plano próximo: mostra o rosto de uma pessoa.

  • plano detalhe: mostra uma parte do corpo ou objectos por exemplo, um olho, uma boca, o galho de uma árvore o ponteiro de um relógio.

Duração: A duração de um filme é calculada automaticamente pelo WebSwf: se existe uma trilha sonora, a duração do filme é o valor máximo entre o comprimento da trilha sonora e a soma de todas as durações de slides.

Caso contrário, se o filme não tiver trilha sonora, a duração total é a soma dos tempos individuais dos slides.

A duração de um filme consiste em dois tipos de planos, que são os seguintes:

  • Plano relâmpago: este dura não mais que poucos segundos, isto é, pode ser comparado a um piscar de olhos.
  • Plano sequência: que é tão longo que pode ser correspondido á sequência inteiro do filme.

Estrutura da narrativa: A estrutura de uma narrativa é a forma como ela é construída para organizar o andamento da acção. Os estudos sobre a narrativa começaram na Grécia, por Aristóteles, através de uma obra Poética que caracteriza o bom drama.

Tem haver com o teatro e com a poesia e ao longo das décadas começaram a existir as narrativas da cultura popular, ou seja, em contos de fadas e folclore.

Quanto ao modo narrativa:

  • Épico: é narrado por meio da sequência de episódios;

  • Lírico:é narrado por meio de uma linguagem verbal em harmonia com musica ou outro tipo de musicalidade;

Existe cinco pontos fundamentais na estrutura de uma narrativa, no eixo dramático:

  • Clímax: este é considerado o ponto de mais alto drama ou tensão de toda a história, a partir do qual se desfaz e se encaminha a resolução da história;

  • Desmedida: é quando a acção se prova equivocada e desata peripécia;
  • Peripécia: esta é a mudança do personagem;
  • Reviravolta: esta acontece quando o destino de uma personagem sofre uma mudança de 360 graus, isto é não contamos que aquele personagem “acabe” assim.

Elementos da narrativa

Todas as narrativas são compostas de elementos básicos como:

  • Narrador;

  • Cenário;

  • Personagens.

Estas são distribuídas em diferentes categorias, no caso das narrativas de ficção as personagens são consideradas como elementos fundamentais. No entanto, na literatura e no cinema mais recentes estes tendem a rejeitar esta dicotomia e usam mais a verosimilhança, obtida por detalhes mais profundos dos objectivos e características de cada personagem.

Existem vários tipos de narrativas, são:

  • Omnisciente: sabe da história toda e até os pensamentos das personagens;
  • Participante: participa na acção;
  • Ausente: só conta e não participa na história.

Quanto ás personagens, estas quando incluídas na história são divididas em classes diferentes de acordo com a sua função.

Existem as seguintes personagens numa história:

  1. Protagonista;
  2. Antagonista ou mais conhecido por Vilão;
  3. Par Romântico;
  4. Comicrelief- função humorística.

Não- Lineridade

 

A não linearidade dos percursos se afirma como uma das principais características da linguagem hiper textual da Web.

Nos ambientes hiper textuais, as narrativas constituídas pelos deslocamentos dos usuários são criadas a partir do encadeamentos de nós de informações descontínuos e entrelaçados, que misturam as escolhas e decisões subjectivas dos usuários aos modelos de arquitectura da informação dos sites percorridos.

Hiper-Texto

A definição de hiper-texto é vista de forma difusa por diversos campos da comunicação, assim como Hipermédia, que também sofre alterações conceituais constantes. O hipertexto busca a interacção física do internauta e a possibilidade de escolher livremente seu caminho, de não ficar preso a uma linearidade estabelecida. O hipertexto busca a interacção física do internauta e a possibilidade de escolher livremente seu caminho, de não ficar preso a uma linearidade estabelecida. Hipertexto é o termo que remete a um texto em formato digital, ao qual agrega-se outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de referências específicas denominadas hiper-links, ou simplesmente links.

Características do Hiper-Texto:

  1. Intertexualidade;
  2. Velocidade;
  3. Precisão;
  4. Dinamismo;
  5. Interactividade;
  6. Accessiblidade;
  7. Estrutura em Rede;
  8. Transitoriedade;
  9. Organização multinear;

 

Hiper – Narrativa

O hipertexto pode ser visto como uma forma de escrita não linear, onde um utilizador pode seguir links entre blocos, para ter acesso à informação emulando as associações que o seu cérebro lhe sugere. O conceito fundamental de escrita não linear é anterior ao advento dos computadores: as enciclopédias têm já desde o início algum processamento de informação através de links. Uma hiper-narrativa, oferece variados percursos que o utilizador segue, entre trajectórias várias, ou seja, a interface das hiper-narrativas é ela própria um modelo da base de dados, e as nomeadas hiper-ficções ou narrativas interactivas, pelo facto de disporem de negócios múltiplos, não se excluem ao algoritmo narrativo pré-programado, que encerra múltiplas possibilidades, numa espécie de meta narrativa subjacente, em que o programador autor controla a semântica e a lógica da sua conexão.

Hiper-Média


Hipermédia é a fusão de hipertexto e multimedia. Os dois torna o todo maior que a soma das partes.

O hipermédia permite ligações a texto, imagens, som e vídeo. O que possibilita ao autor fornecer, num ambiente não linear e aberto, o melhor mix media para comunicar uma dada mensagem ou efeito.

Na Internet, para introduzir documentos hipermedia no formato standard WWW, recorremos ao HTML (HyperText Makup Language) que contém elementos que permitem estruturar, por exemplo, diferentes níveis de títulos, catálogos de objectos, menus, entre outros.

Na hipermedia estamos perante uma forma não linear, que organiza toda uma estrutura orientada para a inter-conexão e integração do conhecimento. Por isto mesmo, alguns autores intitulam estes sistemas como “obras abertas”.

Existem quatro elementos básicos de todo o sistema hipérmedia:

  • Os nós – fragmentos de texto, gráfico, imagem ou som, de tamanho diverso. Estão interrelacionados uns com os outros, O utilizador decide a que nó recorrer.

  • Conexões ou enlaces – enlaces associativos que estabelecem a inter relação entre a informação, permitindo ao utilizador navegar por entre os nós que utilizou.

  • Rede de ideias – os nós são conectados com trajectórias significativas. A estrutura daqueles e a estrutura das conexões formam uma rede de ideias. Assim são um sistema de ideias interrelacionadas.

  • Itinerários – o utilizador é o responsável pela escolha do itinerário. Os itinerários surgem como guias.




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