Módulo 11 – Tecnologias audiovisuais

“A Câmara de vídeo”

A câmara de vídeo é um dispositivo enriquecido de mecanismos que capturam imagens em tempo real. Esta é capaz de registar movimentos, transmitindo assim uma maior dinâmica ao resultado final da produção.

Estes movimentos são registados tirando-se sucessivamente centenas ou milhares de fotografias da cena com grande rapidez. Durante a exibição, a imagem aparenta mover-se pois as fotos são mostradas mais rápido do que o olho humano.

Existem vários tipos de câmara com baixa e alta frequência.

 

 

 

 

 

  “Tipos de Câmaras”

Existem variados tipos de câmaras, que são os seguintes:

  • Compactas:  Podem facilmente ser usadas por qualquer pessoa com ou sem conhecimentos de fotografia. Simples ou com funções automáticas servem essencialmente para “apontar e disparar” sem preocupações. Não são geralmente flexíveis suficientes para se entrar em campos mais específicos da fotografia onde se exija mais controlo do processo fotográfico;
  • Máquinas de Visor: Máquinas que permitem uma flexibilidade muito maior a nível criativo e um controlo muito maior sobre o processo fotográfico. O nome vem do modo como o fotógrafo vê e foca o quadro antes de fotografar/filmar. A imagem no visor (de óptica dupla) não passa através da objectiva e por isso o processo de aferir a focagem é diferente e têm de ser resolvidos outros problemas relacionados com o facto da imagem no visor não ser exactamente o que a máquina vai registar (paralaxe). Em contrapartida a construção das objectivas não é tão exigente e por isso consegue-se equipamento mais pequeno que nas reflex. Muitos profissionais famosos usaram e ainda usam máquinas destas (como a famosa Leica) pela sua portabilidade e reputada qualidade optica das suas objectivas intermutáveis. As leis de mercado ditam que sejam contudo mais caras que as Reflex;
  • Máquinas Reflex: Abreviatura de Single Lens Reflex. Permitem um nível de controlo do processo fotográfico semelhante às máquinas de visor. Como nas máquinas de visor, quase todas as reflex têm lentes intermutáveis. Têm apenas um sistema óptico. A imagem que vai impressionar o filme é reflectida por um espelho para o prisma que apresenta a imagem no visor exactamente como vai ser fotografada depois do espelho ser levantado quando se pressiona o botão de disparo. São as máquinas mais usadas em todo o mundo desde os amadores principiantes que pretendem mais que recordar momentos até aos grandes profissionais da fotografia;
  • Grande Formato: Aparelhos que usam “chapas” de material fotossensível. Câmaras grandes, pesadas, pouca flexibilidade e usadas normalmente para situações especiais quando é necessário muito grandes ampliações e qualidade extremam;
  • Médio Formato: Câmaras que filmam 120 (inúmeras câmaras antigas eram médio formato) tirando fotogramas com dimensões habituais de 6×4,5; 6×6; 6×7 ou 6×9 (cm). É equipamento mais portátil que o grande formato, mas normalmente bastante dispendioso quando de qualidade e que ainda assim é usado muito mais frequentemente em estúdio. Ideal para grandes ampliações com grande qualidade;
  • Pequeno Formato:  Câmaras que filmam 135 (35 mm), APS ou mais pequeno. São o tipo de câmara mais usada em todo o mundo, geralmente muito portátil e flexível. A pequena área do fotograma, 36×24 mm para os 35 mm, não permite ampliações com a qualidade dos outros formatos, mas os avanços na tecnologia das emulsões das últimas décadas (e nos anos mais recentes dos sensores digitais que vieram ocupar este mesmo nicho de mercado) têm permitido passar a usar o pequeno formato para quase qualquer tipo de aplicação, desde as fotografias de família até ao fotojornalismo e fotografia de estúdio.

Características das câmaras de filmar:

Obtêm resultados instantâneos. O que se filma fica registado e pode ser visionado a qualquer momento, bastando para isso rebobinar a cassete. Pode visionar-se o trabalho efectuado através do óculo. No caso de câmaras mais recentes, há modelos que têm um pequeno visor incorporado para esse efeito. Outra solução e, talvez, a mais viável, será a ligação directa da câmara a uma televisão;

Dado o elevado grau de automatismos, não necessitam

da intervenção de técnicos especializados para fazer gravações. Qualquer formador, com um mínimo de conhecimentos, pode recolher as imagens que considerar úteis para a persecução dos seus objectivos;

Todas, mesmo as mais antigas, têm focagem automática, pelo que o formador verá assim eliminada uma das maiores dificuldades na recolha de imagens de qualidade;

Todas possuem zoom, o que lhe permite uma aproximação a imagens longínquas. Quanto maior for o zoom, maior será essa aproximação;

Não necessita de equipamento de edição de imagem. Se algum trecho não lhe agradar, basta posicionar a fita no início desse mesmo trecho e voltar a gravar;

Quase todas as câmaras têm ganhos de sensibilidade para filmagens com pouca luz – nightshot;

Algumas oferecem a possibilidade de realizar filmagens completamente às escuras, através de um sistema de infravermelhos;

 

Todas, na sua função VCR (função que permite a visualização da imagem),  facilmente identificam os botões de “Reproduzir”, “Avanço rápido”, “Recuo Rápido” e “Pausa”.



 

 

 

 

“Suportes de gravação”

Além da definição, as câmaras de vídeo caracterizam-se essencialmente pelo suporte de gravação.

Existem vários:

  • DVD;
  • MiniDV;
  • Disco rígido;
  • Cartão de memória SD card;
  • Memória Flash.

Formatos de gravação

  • VHS – igual ao formato de videogravador doméstico;
  • VHS-C (VHS Compatível) – semelhante ao VHS, mas com uma cassete mais compacta;
  • 8 mm – cassetes com 8 mm de largura, semelhantes a uma cassete de áudio;
  • Super VHS e HI8 – formatos de gravação de qualidade superior;

Digitais:
Genericamente não utilizam cassete, gravam e reproduzem em sistemas de armazenamento de memória, aqueles referidos mais acima. Alguns modelos gravam em formato digital a partir de uma cassete HI8.

 

“Protocolos de comunicação”

É um conjunto de convenções usado para mover informações entre dois equipamentos. Os principais objectivos de um protocolo são cuidar do endereçamento (no caso de ligações multiponto) e garantir a integridade das informações.

Os principais protocolos utilizados são:

V.22 – Este foi o primeiro protocolo para modems desenvolvido por um consórcio da indústria, os padrões anteriores, como o Bell 103 e o CCITT eram proprietários. O V.22 usava uma modulação bastante primitiva, permitindo transmitir a apenas 1.200 bips;

V.22bis – Um pouco mais avançado que o V.22 original, o V.22bis permitia transmitir a 2.400 bips. Não é preciso dizer que foi considerado uma grande revolução na época;

V.29 – Este foi o primeiro protocolo para modems de 9.600 bips, mas foi logo substituído pelo V.32, considerado mais seguro;

V.32 – Este é o protocolo padrão para modems de 9.600 bips;

V.32bis – Uma evolução do V.32, este é o protocolo usado pelos modems de 14.400 bips;

V.34 – Este protocolo dobrou a taxa de transmissão dos modems, alcançando 28.800 bips;

V.34+ – Este é o protocolo para modems de 33.600 bips. Foi originalmente desenvolvido pela US Robotics e depois licenciado para outros fabricantes. Durante muito tempo, acreditou-se que o V.34+ seria o ápice da evolução dos modems, pois uma teoria, chamada lei de Shannon diz ser impossível que os modems operassem a mais de 35 Kbips. Os modems de 56 K surgiram a partir da ideia de eliminar a conversão analógico-digital no sentido provedor> usuário. Com isto os downloads passaram a ser de até 56 K, mas o upload continuou limitado a 33.6. O recém lançado V.92 atinge até 42 Kbips de upload (em condições ideais) através de um método mais sofisticado de modulação, sincronismo e correcção de erros;

V.42 – Ao contrário do que a sigla sugere, esta não é uma evolução do V.34, mas sim um padrão antigo, usado por alguns modems de 2.400 bips;

V.90 – Na época da definição do padrão para modems de 56k, surgiram dois padrões incompatíveis, o X2 da US Robotics e o 56Kflex, desenvolvido pela Motorola e Lucent. Ambos permitiam conexões a 56k e tinham eficiência semelhante, mas deram muita dor de cabeça aos provedores de acesso (que precisavam manter modems dos dois padrões) e usuários que precisavam escolher entre um e outro. Felizmente, os dois padrões convergiram para o V.90, que é o padrão atual para modems de 56k. O V.90 por sua vez já teve sua atualização, que a maioria acredita ser a última, o V.92, que mantém a mesma taxa de download de 56k, mas amplia a taxa de upload de 33.6 para 44k. Além disso, nos modems V.92 o tempo necessário para estabelecer a conexão é menor, cerca de 10 segundos, contra 20 segundos dos modems V.90. Outro avanço é a compatibilidade com o recurso de linha em espera oferecido por algumas operadoras. É possível deixar a conexão via modem “em espera” ao receber uma chamada e restabelecê-la ao colocar o telefone no gancho;

“Conectividade”

A Conectividade baseia-se nos vários tipos de ligações entre a câmara de vídeo e um “projector” de imagem (TV, PC), e estes são os seguintes:

Cabo USB – Universal Serial Bus é um tipo de conexão “ligar e usar” que permite a conexão de periféricos sem a necessidade de desligar o computador;

Firewire  – também conhecido como i-Link, IEEE 1394 ou High Performance Serial Bus/HPSB é uma interface serial para computadores pessoais e aparelhos digitais de áudio e vídeo como a máquina de filmar. Esta oferece comunicações de alta velocidade e serviços de dados em tempo real. O Firewire pode ser considerado uma tecnologia sucessora.

Esta é uma tecnologia de entrada/saída de dados em alta velocidade para conexão de dispositivos digitais, desde câmaras digitais até computadores portáteis e desktops.

HDMI – High Definition Multimedia Interface é uma interface condutiva totalmente digital de áudio e vídeo capaz de transmitir dados não comprimidos, expondo, por isso uma alternativa melhorada aos padrões analógicos, tais como: Radio Frequência, Cabo Coaxial, Vídeo composto, S-Video, SCART, Vídeo componente, Terminal D e VGA.

Este fornece uma interface de comunicação entre qualquer fonte de áudio/vídeo digital. É compatível com o High-bandwidth Digital Content Protection (HDCP) um sistema anhti-pirataria.


“Input/Output”

Entrada/Saída (em inglês: Input/output) é um termo utilizado quase que exclusivamente no ramo da computação (ou informática), indicando entrada de dados por meio de algum código ou programa, para algum outro programa ou hardware.

  • Exemplos de unidades de entrada: disco rígido, microfone, máquina digital, pendrive;
  • Exemplos de unidades de saída: disco rígido, impressora, caixas de som.

“Funções da Câmara”

Em qualquer câmara de vídeo encontramos a maior parte das funções que referimos abaixo e algumas possuem até funções a que não fazemos referência, uma vez que não são muito vulgares. Algumas das câmaras possibilitam ainda a edição de vídeo, pelo que se torna também necessário ter algumas noções desta técnica.
Os comandos que encontramos habitualmente numa câmara de vídeo são os de ligar/desligar, a focagem que normalmente pode ser automática ou manual, existindo um botão que alterna entre as duas possibilidades, o zoom, que pode também funcionar comandado por botões ou manualmente, os comandos de controlo da exposição à luz (também automático e manual), botões de inserção de data/hora, que podem ser accionados ou não, e comandos de leitura, normalmente idênticos aos de um vídeo doméstico: avançar, parar, pausa, avanço e recuo rápidos sem imagem e avanço e recuo lento com imagem.

“Acessórios vídeo e áudio”

“Tripés”

Existe a necessidade de se optar por um suporte fixo onde se possa assentar a câmara de vídeo, para assim evitar oscilações indesejadas, permitindo uma maior eficácia nos movimentos de panorâmica. Esses suportes fixos podem ser monopes ou tripés.

Os tripés para vídeo devem permitir movimentos suaves para os lados, para cima e para baixo, sem que o braço ou o suporte ofereça resistência, de modo a não surgirem “soluços” nas imagens. Os tripés utilizam um líquido na zona de fricção das peças, de maneira a que a rotação das mesmas se faça suavemente. Além deste cuidado, temos que ter atenção que tipo de suporte precisamos, caso termos verba disponível para adquirir um equipamento deste tipo. Apesar de termos outras alternativas: um suporte com rodízios, que nos permita deslocar facilmente a câmara e efectuar movimentos, ou um suporte fixo que também permita uma posição estável.


http://www.youtube.com/watch?v=0ITFcWIzXSU

 

“Microfones para câmara vídeo”

A prática mais habitual em filmagens vídeo amadoras é utilizar o microfone incorporado na câmara para a captação de som. Contudo, são diversos os inconvenientes que decorrem das evidentes limitações que o microfone da câmara pode trazer em termos de qualidade, uma vez que quase sempre se torna impossível isolar um som face ao ambiente que nos rodeia a partir desse equipamento. Note-se, porém que nem todas as câmaras permitem essa ligação, pelo que é necessário verificar previamente se isso é possível. Em caso afirmativo, poderemos então escolher o tipo de microfone mais apropriado para a cena que queremos filmar: se um microfone unidireccional, que capta primordialmente os sons ou ruídos emitidos na sua direcção, e é ideal para captar conversas individuais ou em grupo; os microfones multidireccionais permitem captar os sons ambiente, embora se deva ter em atenção que o ruído do tráfego tende a sobrepor-se aos sons naturais; o microfone de lapela pode em geral ser facilmente disfarçado, usando-se geralmente para entrevistas ou registar vozes fora do campo de visão, especialmente em exteriores; por fim, podemos ainda encontrar microfones superdireccionais, que permitem isolar um indivíduo num grupo ou um determinado som face ao ruído de fundo.
Mas para que se capte o som de uma determinada cena, sobretudo se se tratar de uma conversa entre personagens, com melhor qualidade do que se o fizéssemos com o microfone incorporado, poderemos utilizar uma “girafa”, ou seja, um braço extensível, por exemplo um suporte de microfone com um só pé ou uma vara comprida onde se possa prender um microfone numa das pontas, suspendendo-o por cima do ângulo de visão da câmara e aproximando assim o microfone das personagens que estão a falar.

“Monitores para a câmara de vídeo”

O monitor de vídeo é um equipamento semelhante a uma TV, responsável por transmitir informações visuais ao usuário. É um dispositivo de exibição de saído mais usado, exibindo texto, imagens e vídeos. Assim, na tela aparecem as informações do sistema operacional e dos programas e em que, também, se pode ver o resultado do trabalho feito.

Quanto maior for cada ponto menor será a resolução, ou seja, a nitidez da imagem. Quanto menor for o ponto, o mesmo vídeo possuirá mais pontos e melhor será a resolução.

“Técnicas de registo áudio”

“Estúdio”

Mesa de corte, dois mini dvs montadas em tripés, iluminação com calhas de fluorescente, e computador, tanto para editar como para mandar ao vivo para empresa de televisão a cabo.
Tem o cenário, funcionário para editar e outro para cuidar das câmaras no estúdio, fora a equipa externa.  Diferentes tipos de estúdios se adequam a gravações de bandas e artistas, dublagens e sons para filmes, e mesmo a gravação de uma orquestra. Um estúdio de gravação típico consiste de uma sala, o “estúdio” propriamente dito, onde os instrumentistas e vocalistas fazem suas execuções; e a “sala de controle”, onde estão os equipamentos de gravação e manipulação do som. Geralmente existem salas menores chamadas “cabines de isolamento”, que se prestam à acomodação de instrumentos altos como uma bateria ou amplificadores de guitarra, de modo a isolá-los da captação dos microfones que capturam o som dos outros instrumentos ou vocalistas.

“Exterior”

A matéria sonora é de tal modo expressiva, variada, plástica, que transforma qualitativamente a experiência sensorial e cognitiva dos espectadores
Na era dos multimédia, o estudo dos modos artificiais de organização de imagem e de som adquire primordial importância, mobilizando a atenção de diversificadas áreas científicas, artísticas e profissionais. Deste modo, as páginas que vão seguir-se pretendem ser uma muito breve e parcelar introdução ao fenómeno sonoro como parte integrante do sistema audiovisual. Este é definido como uma unidade que engloba diferentes subsistemas e códigos, que se harmonizam mediante a transformação técnico-retórica.
Após a identificação dos subsistemas constituintes, a nossa atenção recai, naturalmente, sobre vários aspectos relacionados com o subsistema sonoro: percepção auditiva e mecanismos de escuta, destacando o papel da aprendizagem no reconhecimento das formas acústicas; funcionalidade dos componentes – palavra, música, sons – e manipulação técnico-retórica; relações contraídas pelos subsistemas expressivos. Por fim, na conclusão, reafirma-se o conceito de sistema audiovisual como superação qualitativa dos seus componentes.

“O voz-off”

A dicção em voz off deverá ser efectuada em simultâneo com a gravação vídeo, caso contrário seremos confrontados com outro tipo de problemas que o equipamento.
Um aspecto a observar é o de que nunca se deve cortar um discurso a meio, mesmo que se pretenda continuá-lo posteriormente. Torna pouco perceptível a lógica da mensagem e pode provocar um desagradável efeito no espectador.

“Sincronismo áudio/vídeo”

Áudio para sincronização de vídeo (também conhecido como sincronização de áudio e vídeo, áudio / vídeo sync, AV-sync, sincronia labial, ou pela falta dela: erro de sincronia labial, retalho labial) refere-se à relação tempo de áudio (som) e vídeo (imagem) peças durante a criação, produção, pós (mistura), transmissão , recepção e processamento de back-play. Quando o som e de vídeo têm um timing relacionados causa e efeito, AV-sync pode ser um problema em televisão, videoconferência, ou filme.

Digital ou analógica de áudio e vídeo córregos ou arquivos de vídeo geralmente contém algum tipo de sincronismo AV sincronização explícita, quer sob a forma de vídeo entrelaçado e dados de áudio ou explícito em relação a tempo de carimbo de dados.

“Sonoplastia”

Sonoplastia é todo tipo de ruído ambiente, tiros, tombos, animais e até gritos. Existem pessoas que perdem seu tempo gravando estes sons, havendo até CDs só de sonoplastia. O vídeo pode ser um elemento importante na análise do trabalho, mas os registos devem poder ser sempre explicados pelos resultados da observação paralela dos pesquisadores. O registo em vídeo é interessante à medida que libera o pesquisador da tomada incessante de dados, que são, inevitavelmente, incompletos, e permitem a fusão entre os comportamentos verbais, posturais e outros.

Alguns indicadores podem ser observados para melhor estudo da situação de trabalho (postura, exploração visual, deslocamentos etc).

“Técnicas de registo vídeo”

Os sinais de vídeo têm larguras de banda muito maior &NA; 65 MHz) do que os sinais de áudio (&NA; 20 kHz), e, portanto, envolvem uma gravação mais complexos e de tecnologia de reprodução.

  • Gravação transversal ;
  • Gravação helicoidal .

“Composição”

A composição das imagens tem relação com a disposição dos elementos da cena de modo a comunicar a nossa mensagem eficazmente, ao mesmo tempo que se procura obter uma imagem agradável e bem equilibrada. As imagens podem ser alteradas, o enquadramento usado em vídeo tem proporções fixas.

Tem uma relação de três partes em altura para quatro em largura, e quaisquer que sejam os elementos do plano (curvas, verticais, horizontais ou diagonais) devem sempre caber neste enquadramento. Sempre que definimos um plano, devemos jogar com vários elementos da composição, deslocando a objectiva ou a posição da câmara, de modo a mostrar os temas de uma forma mais eficaz.

“Montagem”

A montagem é o processo que consiste em seleccionar, ordenar e ajustar os planos de um filme ou ouro produto audiovisual, a fim de alcançar o resultado desejado. A montagem é realizada pelo montador, em equipamento compatível com a tecnologia empregada na realização do produto, sobre a supervisão do director.

 

“Softwares de edição vídeo”

Ulead VideoStudio 10

  • Ulead VideoStudio torna a tarefa de editar vídeos tão divertida como filmá-los. Com os recursos de fácil uso do programa, usuários de primeira viagem podem criar vídeos com aparência profissional. Comece gravando um vídeo através de sua câmara ou TV. Depois remova partes que você não quer e adicione sua própria trilha sonora, narração, título e efeitos. Possui um tutorial em vídeo que o ajudará a aprender a usar o programa. Óptimo para compartilhar seus trabalhos em fita VHS, DVD e VideoCD na Internet.

MainActor v5.5

  • O MainActor é um software profissional (proprietário) para trabalhos com edição de vídeo. Possui interface e operacionalidade semelhante ao Adobe Premiere (baseada em trilhas de audio e vídeo). A captura de imagem pode ser extraída através de câmaras de vídeos digitais via firewire sem nenhuma dificuldade. Sem contar na interface simples e amigável.

Adobe Premiere Pro 1.5

  • Ferramenta sofisticada e cara para criação e edição de vídeos digitais não lineares de alta qualidade. Possui ferramentas para realizar edição em tempo real, garantindo o controle preciso de todos os aspectos de produção, com performance espectacular no Windows XP.

Pinnacle Studio 9.3

  • Solução para edição de vídeo que fornece todas as ferramentas necessárias. Simplesmente capture o vídeo e utilize seus recursos profissionais de edição, que incluem transição de cenas, efeitos de títulos e efeitos de movimentação acelerada ou reduzida para criar seus filmes. Após editar seu vídeo, você poderá gravar seus filmes para CDs ou DVDs.

O programa:

  • Importa música de fundo de arquivos MP3 ou diretamente de CDs de áudio;
  • Grava sua voz (narração);
  • Cria faixas de áudio personalizadas na duração precisa de seu filme;
  • Captura e edita vídeo de filmar digital DV, Digital8 ou MicroMV;
  • Captura e edita vídeo de filmar analógica SVHS-C, VHS, SVHS, VHS-C, ou 8mm;
  • Captura e edita vídeos MPEG com qualidade de DVD de filmar DV ou Digital8;
  • Importa e edita arquivos MPEG-1 e MPEG-2;
  • Possui recursos avançados de linha do tempo para edição quadro-a-quadro;
  • A janela Preview exibe o resultado da edição imediatamente.

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